TEORIA PLANETÁRIA

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Por que motivo poucos grupos podem mudar o mundo…

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CONTEÚDO
1. Teoria Planetária
A Analogia do Trompete
A Analogia do Corpo
A Analogia do Campo Magnético
2. O que é informação?
3. Como funciona o processo de criação de informação? Quem cria informação?
4. O significado de Biótopos de Cura no contexto geral da renovação planetária.
5. Princípios de vida em Biótopos de Cura
6. Grupos-chave, o Campus Global e a comunidade planetária

1. Teoria Planetária
A educação de Inverno em Tamera, de Dezembro de 2009 a Janeiro de 2010, focou-se no conceito global dos Biótopos de Cura e na “Teoria Política”, sob a qual o conceito é baseado. Para evitar equívocos, utilizamos a denominação “Teoria Planetária”. Esta é a teoria da cura global. A teoria explica por que motivo um pequeno número de grupos poderiam transformar o mundo pela positiva e gerar uma cura planetária. Na palavra “teoria”, junta-se um sistema científico a uma “visão sobre Deus” (theos). Teoria neste sentido não consiste apenas num conjunto de formulações abstractas, mas numa visão mental-espiritual que transforma o corpo. Os insights resumidos na teoria planetária não servem apenas um objectivo global, mas também a cura individual — tal aplica-se a todos os que decidiram compreender a teoria planetária, baseando nela as suas vidas. Aprofundar a teoria planetária é entrar numa nova forma de vida e numa nova compreensão de trabalho global pela paz. Abrem-se novos caminhos para a realização pessoal, amor e profissão. Os problemas aparentemente privados tais como uma vida amorosa miserável, ciúme, medo, raiva, etc., já não são problemas privados mas aspectos de uma humanidade traumatizada. Ao integrar esta perspectiva, somos libertados deste fardo “privado”, que até então tínhamos tentado esconder dos outros. Ao abandonar a privacidade, transformamos a nossa postura interior. Já não nos identificamos com o sofrimento, mas aprendemos a conhecê-lo de forma a poder curá-lo ao nível individual e global. Não há doença incurável, pois a matriz sagrada está orientada para a cura de todas as coisas. A luz que encontrámos no centro do mundo, brilha no interior de cada um de nós. Quanto mais conseguimos redescobrir a ligação com esta luz, mais encontramos esta essência que nos liga com todos os seres; pois em todos os seres encontramos a mesma essência. É neste ponto que encontramos a comunicação entre todos os seres; é aqui que encontramos a frequência que transporta informação com efeito de cura global.
Um pequeno número de pessoas seria suficiente para transformar a Terra, caso estas sejam capazes de introduzir informação apropriada no corpo do ser humano e da Terra. (Não estamos sós nesta afirmação. Para mais informação: David Bohm, Teoria do Caos, processos iterativos, campos morfogenéticos). A afirmação é baseada nas seguintes hipóteses:
1. A Humanidade é um organismo integral: um “holon”
2. Todos os elementos do organismo estão interligados através de comunicação ao nível fundamental (transmissão de informação ao nível energético-subtil, frequência do ADN e outras frequências).
3. Quando nova informação é introduzida num organismo, ela tem efeito em todas as suas partes.
As três hipóteses são aceites pelos cientistas mais esclarecidos da actualidade e são suficientes para explicar a primeira afirmação. Seguem-se alguns exemplos.

A Analogia do Trompete
Se nova informação é introduzida num organismo, ela tem efeito em todas as suas partes. A informação pode conduzir à transformação completa de todo o organismo. Este potencial deve-se à lógica de funcionamento dos sistemas holísticos. Um exemplo da actualidade da investigação informática: cientistas da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, EUA, demonstram num ecrã como o “mundo” se transforma num trompete. Neste caso, o “mundo” é um cubo composto por um milhão (de simulações) de robôs minúsculos. Observamos o cubo no ecrã. Quando executamos o comando “trompete”, este milhão de partes move-se até o cubo se transformar num trompete. Ao introduzir nova informação (trompete), todo o sistema se transforma sem qualquer violência ou destruição. O que será isto? Quanto mais observamos este cenário com uma mente alerta, mais incrível se torna o mistério. Mas é real. É apenas um exemplo, de todo um grande processo de investigação em matéria programável. Agora pretendem realizar o mesmo com robôs reais. Quando questionado sobre a possibilidade de alcançar este feito, o coordenador da equipa afirmou “Não me preocupo com isso, pois a solução encontra-se na direcção para a qual caminha a evolução actual”.

A Analogia do Corpo
Em Dezembro, demonstrámos o mesmo fenómeno ao nível do corpo. Todo o corpo pode reflexivamente transformar o seu comportamento em resposta a uma única palavra. Todos os orgãos, células e moléculas reagem de forma coordenada — quem é o coordenador? Milhares de milhões de células reagem na mesma direcção, em resposta a um toque gentil num dado ponto. Todas as funções do corpo se alteram ao ingerir um único medicamento. Uma pequena invenção desencadeia uma “holowave” que toma controlo da totalidade do organismo – o organismo do corpo pode ser utilizado como analogia para o organismo da Humanidade. O corpo, tal como a Humanidade, é composto por partes individuais que quando ampliadas dão a impressão de estarem separadas umas das outras, mas que ainda assim formam um organismo unificado. Em ambos os casos, os diversos grupos de células e orgãos estão interligados num sistema complexo. Não existem indivíduos isolados, tal como não existem células isoladas. Cada parte está integrada no todo. Consequentemente, cada parte pode ser alcançada através do todo. Qual será a informação de cura a introduzir no organismo da Humanidade, para que o comportamento de todas as suas partes seja transformado rumo à cura?

A Analogia do Campo Magnético
Num campo magnético, as aparas de ferro dispersas “auto organizam-se”. Cada uma delas altera a sua posição de forma a alinhar-se com as linhas do campo magnético. O poder que vem de cima provoca automaticamente a organização das partes dispersas. Não necessitamos de motivar cada uma das partes individuais a alterar a sua posição. Nós, seres humanos, somos partes de um “campo magnético”. A organização das moléculas, células e orgãos que compõe o nosso corpo ocorre naturalmente sob a influência de campos de força cósmicos mais elevados. O efeito ocorre de cima para baixo. Os diversos acontecimentos da nossa vida terrena são na sua maioria guiados por campos de força cósmicos ou sociais; muitas vezes pela colisão entre eles. Para transformar as coisas “cá em baixo”, é recomendável transformar os campos de força “lá em cima”. Isto poupa-nos muito trabalho. O trabalho mais eficiente acontece então de cima para baixo. Actualmente, lidamos com diversos campos de força negativos. Trabalhar para a cura planetária significa transformar os campos de força negativos em positivos. O comportamento individual de todos os elementos irá alterar-se de forma correspondente. Consequentemente precisamos de um novo “campo de força planetário”, uma visão global positiva, ao invés dos diversos métodos de terapia individual. Para cada projecto que queremos manifestar, a regra de ouro aplica-se: encontra e fortalece o campo de força mental-espiritual (a visão) do projecto em questão, e todas as pessoas, materiais, contactos, fundos, etc. necessários à sua realização tendem a surgir “naturalmente”. Encontremos a informação do “trompete” para o trabalho de cura global, para a criação da comunidade planetária, para Tamera, Colômbia, Israel/Palestina, etc. Encontremos o campo de força mental-espiritual para a escola do amor, para a editora, para o novo modelo económico, etc. Posteriormente, tudo se organizará por si mesmo seguindo o rumo da manifestação. Estas ideias não são castelos no ar, mas princípios fundamentais à criação de um novo mundo.

2. QUAL É A INFORMAÇÃO?
Qual a informação a introduzir no corpo da humanidade, para que a cura e a paz possam emergir? Que informação é análoga à informação “trompete”?
A resposta é clara. A informação tem de ser algo capaz de transformar o actual holograma de medo e violência num holograma de amor e confiança. São necessárias diversas peças de informação, que se complementam e fortalecem mutuamente: compaixão em vez de discriminação, verdade no amor, um “sim” total à sensualidade do corpo, confiança e solidariedade entre os géneros, confiança entre crianças e adultos, confiança entre seres humanos e animais, cuidado e protecção do mundo animal, confiança entre seres humanos e Deus (ao invés do velho medo de punição), cooperação com todos os espíritos da natureza, apoio mútuo, reconexão com a grande família da vida, reconexão com a unidade de toda a existência, reconexão com o Eu-global e com o centro universal de luz. Todos estes são aspectos da informação total que nos nossos livros descrevemos como “matriz sagrada”. A informação do “trompete” é a informação da matriz sagrada. Ao invés de introduzir o comando “trompete” introduzimos o comando “matriz sagrada” – para que o computador interno de 6.7 milhares de milhões de pessoas integrem o comando e procedam à sua transmissão, tal como a informação de um comprimido é integrada e transmitida a todos os mini-computadores do sistema celular do corpo. Não há dúvidas sobre a veracidade desta afirmação – caso a nova informação seja desenvolvida com sucesso na vida real e introduzida correctamente. Aqui – e somente aqui – encontra-se o cerne da tarefa e o cerne do nosso projecto planetário de investigação.
A tarefa não é fácil, dada a complexidade da informação em questão. Adicionalmente, as diversas partes têm de ser coerentes para que a informação resultante seja livre de contradições. Uma parte essencial da informação é, por exemplo, uma nova imagem do amor, uma nova imagem para a relação entre os géneros, e um novo campo de força para a mulher. Cito o capítulo “Um Novo Campo para a Mulher”, do meu livro “Politische Texte für eine gewaltfreie Erde” (“Textos Políticos para uma Terra não violenta, 1992, até agora apenas em Alemão).
“As mulheres têm a sua própria função no mundo, independentemente de qualquer questão de relação. Quando uma mulher se diminui no amor, ela comete um equívoco quanto ao seu papel. Quando uma mulher corre atrás de um homem, ela desencontra-se com o rumo da evolução. À distância, observamos a estranheza destes processos, dado que a mulher, na sua forma e função arquetípicas, é uma força orientadora nas questões fundamentais da vida e do amor. (…) Através da sua ligação com a vida, ela contém um poder e uma universalidade diferentes, que fazem dela mais que a parceira de um determinado homem.” Para gerar tal informação na percepção das mulheres sobre o seu papel, todas as imagens de fixação num único homem têm de ser profundamente ultrapassadas. Elas não originam na matriz sagrada, mas foram forçadas sobre o género feminino através da dominação masculina que ocorreu durante a era patriarcal. A dissolução dessas velhas imagens enraizadas na alma poderá apenas ser levada a cabo caso estas sejam substituídas por novas imagens, mais fortes e mais belas. A mudança não ocorre apenas no cérebro mas em novas relações reais, vividas entre seres humanos.

3. COMO FUNCIONA O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE INFORMAÇÃO? QUEM CRIA INFORMAÇÃO?
A informação é criada por pessoas reais na vida real. Até agora a informação de desconfiança, competição, ciúme, vingança, medo e violência desenvolveu-se muito concretamente na vida das pessoas. Esta é uma informação profundamente enraizada, a partir de um trauma histórico e colectivo de guerra, expulsões e amor destruído. As crueldades e guerras mundiais surgiram repetidamente a partir deste condicionamento, geralmente inconsciente. Para gerar informação de amor e confiança, têm de ser criadas novas formas de vida. A nova informação é criada por pessoas capazes de desenvolver tais formas de vida. Isto inclui uma nova consciência relativa aos seres que encontramos e que nos acompanham no dia-a-dia: ervas, flores, formigas, caracóis, sapos, ratos, cobras, pássaros, etc. Recentemente, uma lesma preta cruzou-se no meu caminho. A minha amiga comentou, “também esta é uma colaboradora nas vinhas de Deus”. Poderemos imaginar quão diferente será a nossa relação com o mundo animal assim que começarmos a percepcionar até as criaturas mais pequenas como colaboradoras nas “vinhas de Deus”? Teremos capacidade de sentir o amor que surge nesta postura? Esta é decididamente uma das peças da informação total. Quem constrói esta informação precisa de muito tempo e concentração para a percepção e a compaixão. Apenas num círculo de pessoas de coerência e foco inabaláveis face a este objectivo, apenas decidindo não nos permitirmos ser distraídos por qualquer dano, apenas com ligação a esta meta cada vez mais clara, será possível criar a nova informação. Essas pessoas estão entre nós. Elas formam os grupos-chave dos biótopos de cura e centros de paz emergentes. Elas assumiram aquilo que é provavelmente a mais difícil das tarefas. Contudo sabem que esta será bem-sucedida, pois tal como os especialistas de Pittsburgh, elas sabem que o seu trabalho se encontra alinhado com a direcção da evolução actual.

4. O SIGNIFICADO DE BIÓTOPOS DE CURA NO CONTEXTO GERAL DA RENOVAÇÃO PLANETÁRIA
Como e onde podem ser desenvolvidas formas de vida que gerem a informação da matriz sagrada? Como podem as pessoas viver e trabalhar em conjunto, sem os velhos programas de comparação, inveja, ganância, ciúme e medo da perda, e sem as velhas estruturas de competição em torno de sexo, dinheiro e poder? Esta é uma questão central. Tudo o resto depende da resposta a esta questão. A sobrevivência da Humanidade não depende dos mega-sistemas tecnológicos tais como o Projecto Marte, etc.; ela depende de modelos reais para o comportamento humano nas áreas interiores fundamentais da vida (sexo, amor, parceria, comunidade, religião). Fundámos o projecto global dos biótopos de cura para aperfeiçoar este trabalho. Biótopos de cura são comunidades para uma forma de vida não violenta, na qual seres humanos, animais e natureza possam coexistir. Os grupos-chave acima referidos originam a partir de tais comunidades. Após alguns anos, é possível que membros desses grupos-chave se espalhem pela Terra e assumam as suas tarefas globais noutros lugares; mas elas recebem a sua educação humana basilar na comunidade dos biótopos de cura. Experiências profundas de coexistência com as pessoas mais diversas, animais e espíritos da natureza, são necessárias ao desenvolvimento da visão global que a Terra actualmente necessita: a informação da matriz sagrada.
(Um comentário sobre isto: sabemos que nem todos os que trabalham pela paz nesta Terra têm a possibilidade de viver prolongadamente em comunidade, mas todos eles – se compreenderem o conceito do nosso projecto – estão incluídos na “comunidade planetária” e no conceito do “Campus Global”, que desde há alguns anos tem preparado um sistema global de biótopos de cura, aldeias e universidades de paz.)

5. PRINCÍPIOS DE VIDA EM BIÓTOPOS DE CURA
No Biótopo de Cura I, em Tamera, Portugal, aplicamos alguns princípios que acreditamos serem universais e aplicáveis em todos os países da Terra:
— Três princípios éticos: verdade, apoio mútuo e participação responsável na comunidade. Rapidamente se torna evidente que estes três princípios destroem os nossos velhos padrões se os seguirmos de forma séria (verdade no amor!).
— O princípio da transparência em todas as áreas da vida pública (economia, hierarquia, distribuição de responsabilidades, políticas, etc.)
— Apoio aos animais e cooperação com os espíritos da natureza.
— Educação diária nos pensamentos e objectivos fundamentais do projecto. Se possível, todos os participantes deveriam transportar dentro de si a imagem do todo. Desta forma, acima de todas as áreas de trabalho, desenvolve-se um Sistema de Informação Coerente (SIC).
Através da educação diária e dos diversos cursos leccionados, gera-se um tecto mental-espiritual que envolve os participantes, sob o qual estes encontram solidariedade e companheirismo comum. O princípio da autonomia individual e da individuação também se aplica, também para as crianças: todos os participantes deverão ser capazes de se desenvolver com base nos seus talentos e interesses particulares. Todos deverão ter a possibilidade de realizar a sua meta mais elevada na vida. Este princípio conduz a um tipo de democracia de base que não teria sido possível sob as condições de vida anteriores. Não existe força colectiva ou contradição entre os interesses da comunidade e os interesses do indivíduo. Este é talvez o elemento mais utópico no plano das novas comunidades. Mas não é irrealista, como os trinta e dois anos da história do nosso projecto demonstraram. Os sistemas históricos do patriarcado baseavam-se no princípio do colectivismo: adaptação violenta à via dominante, combinados com a eliminação da liberdade individual. A ligação entre a individuação livre e o tecto mental-espiritual comum, gera uma estrutura contrária a todos os sistemas imperialistas ou fascistas. Isto pertence à informação da matriz sagrada.

6. GRUPOS-CHAVE GLOBAIS, CAMPUS GLOBAL E COMUNIDADE PLANETÁRIA
Direcionamos a percepção da nossa alma rumo ao todo do mundo. Reconhecemos um centro de luz no coração do universo. Se repousamos aqui a nossa atenção, sentimos como este centro de luz acende uma luz dentro de nós. É como se houvesse um sol externo e interno que se querem unir. Os êxtases místicos e religiosos emergiram deste processo. Hoje reconhecemos sobriamente que este centro de luz existe, e que consiste provavelmente no centro de todos os seres vivos. A percepção é clara. O centro universal está de certa forma relacionado com a vida, o amor, a cura. Isto tem um significado essencial para o trabalho dos grupos-chave nos biótopos de cura, dado que a sua meta não é apenas subjectiva. Esta meta parece existir objectivamente na construção do mundo. A matriz sagrada que é introduzida como informação no corpo vivo do planeta é uma matriz universal, uma estrutura à volta da qual o universo se organiza, um “plano director de Deus”. Consequentemente, os poderes primordiais de luz do universo apoiam os empreendimentos dos trabalhadores de paz. O objectivo entelequial dos biótopos de cura, o objectivo entelequial dos seus participantes e o objectivo entelequial do todo da Humanidade são idênticos: a reconexão com o centro universal de luz, a reentrada na comunicação universal da matriz sagrada.
Neste contexto, vemos que este trabalho não é apenas limitado aos grupos-chave; ele estende-se ao desenvolvimento do Campus Global e ao crescimento da comunidade planetária. Em todos os processos, encontramos o mesmo objectivo entelequial e as mesma frequência transportadora entelequial, para a compreensão e colaboração globais. É desta forma difícil acreditar no falhanço de tal empreendimento, pois este corresponde a um plano universal inerente a todos os seres – na sua entelequia.
(Finalmente, talvez como nota para todos os pensadores: se existe uma unidade entelequial entre todos os seres, como é que esta se revela na construção biológica e mental-espiritual do organismo? Esta demonstra-se por exemplo no código genético. Sabemos que o código genético é – na sua estrutura matemática fundamental – semelhante em todos os seres. Podemos denomina-la de fórmula biológica global. Ao nível mental-espiritual, simpatizantes do I-Ching poderiam chamar ao I-Ching a fórmula mental-espiritual global. É interessante que estas duas fórmulas globais sejam quase idênticas na sua estrutura matemática. Uma pista fascinante para a unidade da vida.)
Agradeço a todos os que nos acompanharam até aqui.
Por um futuro sem guerra.
Em nome de todas as crianças.
Pelo amor por tudo o que vive.

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